O presidente Lula decidiu não sancionar o projeto aprovado pelo Congresso que aumenta em 18 o número de deputados federais, evitando um custo extra de até R$ 150 milhões anuais aos cofres públicos. A medida, que beneficiaria nove estados a partir de 2026 (como Minas Gerais, Paraná e Bahia), enfrenta rejeição de 76% da população, segundo o Datafolha.
Lula tem até 16 de julho para optar entre vetar integralmente a proposta ou permitir que o Congresso a promulgue sem sua assinatura. A decisão visa reforçar seu discurso de responsabilidade fiscal, mas amplia o desgaste com o presidente da Câmara, Hugo Motta (PP-PB), articulador do texto.
MO Planalto busca equilibrar o gesto popular com a relação política com o Legislativo.
Com informações da Rádio CNB Globo

