AS ENTREGAS QUE ESTÃO MUDANDO A BAHIA E VÃO PESAR NAS URNAS

Enquanto a oposição baiana continua perdida em seus mapas imaginários e ataques infundados nas redes sociais, o governador Jerônimo Rodrigues e o vice-governador Geraldo Júnior seguem percorrendo o estado em um ritmo acelerado de entregas, ordens de serviço e ações concretas que levam saúde, educação e segurança à população.

Em pouco mais de três anos à frente do Executivo estadual, o petista já supera os primeiros mandatos de Jaques Wagner e Rui Costa, consolidando-se como o governador que mais trabalhou, investiu e trouxe resultados reais para os municípios baianos.

Os números estão aí. São mais de 100 Escolas de Tempo Integral entregues, 12 novos hospitais inaugurados, ampliação do metrô até o Campo Grande e o VLT – que avança e já é realidade no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Na infraestrutura, mais de 6,5 mil quilômetros de estradas estaduais foram recuperados ou pavimentados, com R$ 6,3 bilhões aplicados.

A agricultura familiar ganhou fôlego com o programa Bahia Origem e o fortalecimento da reforma agrária, enquanto a segurança pública recebeu 5.740 viaturas, 11 mil coletes balísticos e a contratação de seis mil novos policiais, bombeiros e peritos.

A cereja do bolo veio com a atração da maior fábrica de carros elétricos do mundo, a BYD, instalada em Camaçari, gerando milhares de empregos diretos e indiretos e reposicionando a Bahia como polo de inovação e sustentabilidade. Tudo isso em parceria sólida com o presidente Lula, que nunca destinou tantos recursos ao estado.

Diante desse cenário de obras e avanços, a pergunta que ecoa nos bastidores políticos é: o que fez a oposição? A resposta é no mínimo óbvia. Enquanto Jerônimo e Geraldo Jr suam a camisa nos rincões do semiárido, no sul, extremo sul e no oeste baiano, assinando licitações e vistoriando obras, ACM Neto e seus aliados não apresentam projetos, não propõem alternativas, não conhecem a realidade de quem vive longe da elite soteropolitana.

Será cada vez mais difícil para a oposição percorrer regiões onde nunca pisou ou evita pisar, incluindo as comunidades quilombolas, os assentamentos da reforma agrária, os distritos rurais e zonas periféricas. A turma do “quanto pior, melhor” apenas espalha desinformação e torce contra o próprio povo.

Pesquisas de rua e a percepção popular na Bahia indicam um movimento claro: o eleitor está comparando projetos e colocando na balança. O resultado tende a refletir diretamente nas urnas, onde obra concluída, literalmente, tem peso.