Enquanto setores da oposição e, por que não dizer, aliados de ACM Neto tentam emplacar narrativas de desgaste no governo baiano, Jerônimo Rodrigues (PT) mantém sólido apoio popular e ampla base política, projetando-se como favorito para continuar no comando do Palácio de Ondina. O dirigente estadual tem percorrido a Bahia, fechando parcerias com prefeitos e garantindo adesões massivas à sua campanha.
A gestão avança com obras em infraestrutura, saúde e educação, além de programas sociais – fator que explica a elevada aprovação do governo petista, medida em pesquisas internas. No biênio 2023-2024, os investimentos ultrapassaram os R$ 16 bilhões – maior volume das últimas décadas para um governo em fase inicial – mantendo a Bahia na vice-liderança absoluta no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo (relembre aqui).
A estratégia de presença territorial e diálogo direto contrasta com o discurso abstrato de quem tenta desidratar sua liderança. Fontes ligadas à gestão estadual afirmam que a insistência em vincular Rui Costa ao governo baiano revela o desespero da oposição, formada por um minoria que sequer possui projeto ou nome competitivo para disputar o pleito de 2026.

A saída de Jean Paul Prates da Petrobras, por exemplo, foi distorcida para alimentar teorias sem nexo, ignorando que as decisões nacionais seguem lógicas próprias, alheias a supostos cálculos eleitoreiros.
Vitória no primeiro turno é horizonte possível – Com o aumento de prefeitos na base aliada e respaldo popular, Jerônimo consolida-se como um nome progressista, confrontando a narrativa de “crise petista” na Bahia. O povo, que em 2022 deu sua resposta ao baixo clero político nas urnas, segue rejeitando o fisiologismo e discursos carregados de fake news.

