O deputado federal Jorge Solla (PT) criticou a gestão municipal de saúde em Salvador e atribuiu ao Estado a responsabilidade por evitar o colapso do sistema. Ele afirmou que a postura do ex-prefeito ACM Neto de “blogueirar” contra o governo baiano tenta desviar o foco do que a prefeitura deveria priorizar.
“A prefeitura deixou de fazer o básico”, disse Solla, ao destacar que Salvador passou a depender cada vez mais dos investimentos estaduais para manter serviços essenciais funcionando. Ele citou ampliações estruturais realizadas nas gestões de Jaques Wagner e Rui Costa, como o Hospital do Subúrbio e o novo Instituto Couto Maia, que, somadas ao ProSUS 1, “fortaleceram a rede e reduziram o impacto das fragilidades municipais na Atenção Primária.”
O parlamentar afirmou que o avanço mais intenso ocorreu na gestão do governador Jerônimo Rodrigues, “com a incorporação de 2.136 novos leitos em Salvador e a entrega de equipamentos como os hospitais 2 de Julho, Ortopédico do Estado, Mont Serrat e a reconfiguração do Manoel Victorino.”
Jorge Solla concluiu ressaltando o custeio anual estadual de cerca de R$ 870 milhões em contratos com a rede privada e filantrópica. Para ele, esse volume de investimento “tem sido crucial para evitar o colapso da saúde em Salvador” e explica por que o sistema se mantém de pé “apesar das persistentes fragilidades da administração municipal.”
Com informações de Panorama da Bahia

